Reino Caos II


O reino se ergue nas mãos da jovem Imperatriz, mas as turbulências emocionais vividas pela mesma ficaram n'alma, a morte da Rainha Mãe deixou consequências mágicas ligadas ao seu humor, o seu casamento e a recente maternidade já não a deixam plena. E o tempo, os servos e todos os cidadãos de Caos são submetidos as sua variações de humor repentinas.
A Imperatriz acorda satisfeita? O céu se abre num belo arco-íris onde as cores são tão densas que se pode quase toca-las, as plantações podem ser colhidas do dia para a noite e toda sorte de animais se materializam no ápice da maturação.
A Imperatriz acorda triste? O inverno mais mortal assola a região, a fome espreita em cada canto e a dor e miséria se tornam companheiras inseparáveis dos mortais.
Ela acorda furiosa? Raios e trovões clareiam o céu, inundações severas levam casas, crianças, animais e plantações.
Ela acorda entediada? O deserto chega ao reino, trazendo o fantasma da guerra.
A insatisfação do povo está a beira da guerra civil, o príncipe Mantragon propõe uma nobre solução, transfere-se para o alto da colina mais distante do reino, deixando o filho, herdeiro unificador de ambos os reinos aos cuidados de sua mãe junto com seu sogro. Virando assim o carcereiro da Imperatriz louca e se responsabilizando totalmente por suas abruptas mudanças de humor, sendo severamente punido por cada maldição que assola o reino.
Porém feliz, pois mantém em segurança seu grande amor.

2 comentários:

Unknown disse...

Fosse eu a Imperatriz, meu reino seria só deserto e guerra. hauhauhau

Bell Moraes disse...

Se Regina fosse a Imperatriz, o reino acordaria com raios e trovões quase todos os dias. rsrsrs
Muito boa a história, nega!